Coordenador/a de Meios de Vida

Área: Operacional
Jornada: 44h semanais
Horário: 08h00 às 18h00 – Segunda à Sexta-feira (com escala de revezamento nos finais de
semana)
Formação: Superior completo em Administração, Serviço Social, Ciências Humanas,
Antropologia e áreas afins.

 

PERFIL

  • Experiência em iniciativas e projetos com comunidades indígenas;
  •  Proatividade, familiaridade com desafios e compromisso com solução de problemas;
  • Forte senso de organização, habilidade de sistematização de informação e tarefas;
  •  Clareza na comunicação oral e escrita;
  • Habilidade de escuta e comunicação genuína em contextos multiculturais;
  •  Habilidade para o trabalho em equipe;
  •  Aptidão para o trabalho de campo nos abrigos indígenas;
  • Domínio dos aplicaticos MS Office (avançado em excel, word, powerpoint).

 

RESPONSABILIDADES

  • Reporta à Gerência de Soluções Duradouras e Direção Regional;
  • Assessora as comunidades indígenas no planejamento, estruturação e desenvolvimento de iniciativas e atividades de base comunitária;
  • Coordena e desenvolve projetos de meios de vida e empreendimentos de geração de renda com foco
    na construção de soluções duradouras;
  •  Introduz as comunidades indígenas aos princípios de associatividade e cooperativismo;
  •  Promove projetos individuais, familiares e coletivos para população indígena refugiada;
  • Busca parcerias para o desenvolvimento de projetos de meios de vida autossustentáveis;
  • Planeja, organiza e sistematiza cursos online e presenciais;
  • Desenvolve oficinas de boas práticas e lições aprendidas nos processos de organização socioeconômica
    das comunidades indígenas;
  •  Trabalho em equipe com agências nacionais e internacionais;
  •  Analisa e sistematiza indicadores de projetos e execução do plano de ação para garantir o alcance das
    metas;
  • Coordena os monitores de meios de vida;
  •  Trabalha em equipe com as demais coordenações da gerência de soluções duradouras do Centro de
    Formação, Arte-Educação e Artesanato;
  • Participa de reuniões previamente direcionadas, representando a Fraternidade -Humanitária (FFHI), faz anotações e reporta em seguida à gerência e diretoria.

 

INSTRUÇÕES PARA A CANDIDATURA

  • Serão consideradas apenas as candidaturas que encaminharem junto do currículo uma carta de motivação escrita à mão, assinada e scaneada e, uma dissertação descrevendo como conduziria o estudo de caso apresentado abaixo.

 

Estudo de caso

  • Descreva uma iniciativa de organização, planejamento e implementação de empreendimento individual, familiar e/ou coletivo para população indígena refugiada.
  • Envio mandatório com o encaminhamento do currículo, informando no campo “Assunto” do e-mail a ser encaminhado, o nome da vaga de interesse.
  • Não serão considerados os candidatos que não aderirem às instruções acima e compreenderem seu
    consequente impacto no contexto humanitário.

 

Sobre a Fraternidade – Federação Humanitária Internacional (FFHI)

  • Associação civil sem fins lucrativos, atua em defesa da dignidade humana, soluções duradouras, dos direitos humanos e do meio ambiente. Por meio do serviço altruísta de seus servidores humanitários voluntários, presta assistência humanitária às populações indígenas e não indígenas em situações de risco, vulnerabilidade socioeconômica e de emergência.
  • A Fraternidade – Humanitária (FFHI) reúne 24 associações civis nacionais e internacionais que dedicam-se ao serviço ao meio ambiente, à ampliação da consciência, à vida comunitária fraterna, às respostas humanitárias e de emergência.
  • Nestes 10 anos de atuação em Missões Humanitárias e Emergências, seus servidores humanitários
    voluntários prestaram assistência a pessoas (civis e indígenas) em situação de refúgio ou atingidas por
    tragédias naturais, conflitos e catástrofes ambientais no Brasil, na África, América Latina, Ásia, Europa,
    Oriente Médio.

 

A MISSÃO RORAIMA HUMANITÁRIA

  • A Missão Humanitária Roraima coordenada pela Fraternidade – Humanitária (FFHI) tem caráter permanente e teve início em novembro de 2016, em Boa Vista a fim de prestar os primeiros cuidados básicos aos refugiados vindos da Venezuela devido à crise econômica e social no país de origem.
  • Devido ao aumento intenso do fluxo migratório, a Missão Humanitária Roraima ampliou sua atuação na e assim a Fraternidade – Humanitária (FFHI), em 2017, torna-se parceira implementadora do ACNUR na proteção e assistência direta aos migrantes e refugiados Venezuelanos em Roraima e no Alojamento de Trânsito de Manaus (ATM).
  • A Fraternidade – Humanitária (FFHI) pratica a política de tolerância zero relativa a qualquer conduta que envolva assédio e discriminação, bem como outras situações que levem ao descumprimento do código de conduta na prestação dos serviços humanitários inerentes à função descrita neste documento. Não serão considerados os candidatos que não aderirem legitimamente às instruções acima e compreenderem seu consequente impacto no contexto humanitário.
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